Instalada há mais de um ano (25/06), a Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia analisa 18 projetos de lei sobre o assunto. As propostas têm caráter conclusivo. Por isso, o texto aprovado poderá seguir diretamente ao Senado depois de aprovado pela comissão.
Este blog visa a tratar de temas ligados ao setor elétrico e mercados de energia. Este blog também visa a discutir e estudar as Energias Alternativas Renováveis.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Legislação para fontes renováveis
Instalada há mais de um ano (25/06), a Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia analisa 18 projetos de lei sobre o assunto. As propostas têm caráter conclusivo. Por isso, o texto aprovado poderá seguir diretamente ao Senado depois de aprovado pela comissão.
O Setor elétrico em junho
terça-feira, 7 de julho de 2009
ECO_LÓGICAS: Concurso Nacional de Monografias sobre Energias Renováveis e Eficiência Energética
As informações estão disponíveis no site do Instituto Ideal http://www.institutoideal.org/.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Carga em queda
A carga de energia no SIN atingiu os 49.422 MW médios em junho, queda de 3,4% na comparação com igual mês de 2008, quando foram consumidos 51.182 MW médios. O resultado foi ainda 1,1% menor do que o registrado em maio. De acordo com os dados do Boletim Preliminar de Carga Mensal do ONS, o recuo foi puxado pela ocorrência de baixas temperaturas, inferiores às registradas no mesmo período dos últimos dois anos, o que tem afetado o consumo das classes residencial e comercial. Ainda de acordo com o boletim, embora alguns segmentos industriais estejam apresentando sinais de recuperação, o aumento do consumo de energia ainda não pôde ser observado no total da carga de energia. (BrasilEnergia - 03.07.2009)
Comento:
Constata-se que a crise econômico-financeira teve impacto no setor elétrico. A demanda industrial por eletricidade reduziu-se. Porém, em termos de setor elétrico, a crise reduziu a pressão por expansão, o que permite ao governo - responsável pelo planejamentoda expansão - mais fôlego e tempo para achar soluções genuinamente brasileiras para um problema genuinamente doméstico, já que não há no mundo nem um outro setor elétrico que se assemelhe ao nosso.
Ou seja, o governo tem mais espaço para planejar e executar a expansão da capacidade instalada, e da consequente segurança do sistema.