terça-feira, 19 de julho de 2011

COPPE divulga Relatório do Seminário sobre SEB

No dia 5 de maio de 2011, a COPPE realizou um seminário sob o título “Uma reflexão sobre a integração dos modelos de operação, planejamento e comercialização no setor elétrico brasileiro”. Para tal, produziu um termo de referência que abordou diversas e preocupantes questões voltadas às metodologias e critérios adotados no planejamento, na operação e na comercialização do setor elétrico brasileiro. Para debater esses temas, foram convidados renomados técnicos das seguintes instituições: CEPEL (Maria Elvira P. Maceira), EPE (Sergio Henrique Cunha e Ângela Livino), ONS (Mario Daher), CCEE (Alexandre Nunes Zucarato), MME (Altino Vieira Filho, representado por Maria Elvira P. Maceira) e Consultora PSR (Mario Veiga). Uma primeira exposição foi feita, aberta ao público, com a avaliação dos técnicos de cada instituição sobre os temas apresentados. Em um segundo momento, foi realizada uma reunião técnica entre a COPPE e os técnicos convidados. O documento agora disponibilizado apresenta uma avaliação da COPPE sobre os problemas debatidos no seminário, bem como o termo de referência citado acima. Os pontos listados podem não representar o ponto de vista das instituições convidadas, muito embora, eventualmente, possam coincidir com a visão da COPPE. Para ler o texto na íntegra, clique aqui: http://www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras/estudos/coppe1.pdf.

(GESEL-IE-UFRJ – 19.07.2011)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Nosso artigo sobre a internacionalização da Eletrobrás

Formação de uma campeã nacional.


André Luis da Silva Leite, Graciella Martignago e Gabriela Gonçalves Silveira Fiates e Nivalde J. de Castro.

Resumo:
A economia brasileira tradicionalmente receptora de Investimentos Externos Diretos ampliou, na última década, o número e a diversidade em termos de setores da atividade econômica, a atuaçao de empresas transnacionais brasileiras. Este artigo tem como objetivo contribuir com a compreensao desta nova realidade – internacionalizaçao de empresas brasileiras - que se recente pela relativa pequena quantidade de pesquisas, sobretudo no que diz respeito a empresas públicas.
Para isto, apresenta a estratégia de internacionalizaçao da Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás), criada a partir de um estado desenvolvimentista e intervencionista que objetiva atuar na construçao de grandes projetos de infra-estrutura, agora se lança no mercado externo com objetivos estratégicos vinculados a retornos financeiros, mas também como instrumento de uma política integracionista do governo brasileiro. Trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva, com abordagem qualitativa uma vez que o objetivo do trabalho era conhecer e descrever as estratégias utilizadas pela empresa para internacionalizaçao, e este tipo de pesquisa permite um entendimento mais profundo do fenômeno de interesse.

link: http://www.nuca.ie.ufrj.br/gesel/tdse/TDSE38.pdf

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Belo Monte

CASTRO, Nivalde José de; LEITE, André Luis da Silva; DANTAS, Guilherme de A. “Análise comparativa entre Belo Monte e empreendimentos alternativos: impactos ambientais e competitividade econômica”. GESEL - Texto de Discussão do Setor Elétrico n.º 35. Rio de Janeiro, junho de 2011.

O GESEL/UFRJ concluiu um estudo defendendo a opção brasileira pela UHE de Belo Monte. O documento diz que, comparativamente às demais fontes de energia, a usina é a única hoje que atende aos três critérios centrais para o planejamento da matriz energética: garantir o suprimento com modicidade tarifária e promoção da sustentabilidade ambiental. O estudo compara: enquanto os custos para reduzir os impactos socioambientais de Belo Monte na região foram estimados em R$ 3,3 bilhões, os de uma térmica a gás natural que substituísse a hidrelétrica atingiriam R$ 24,125 bilhões, quase 8 vezes maior. A vantagem do empreendimento do Rio Xingu, diz o estudo assinado pelos economistas Nivalde de Castro, coordenador do GESEL, André Luis da Silva Leite e Guilherme de A. Dantas, se repete quanto à tarifa, à capacidade de geração, ao custo de instalação, à área ocupada e à ausência de emissão de gases poluentes. Para Nivalde, a produção e o consumo de energia vão "necessariamente" provocar impactos ambientais. Mas o objetivo é chegar à otimização dos recursos, uma vez que 70% do aproveitamento hidrelétrico brasileiro estão na região Amazônica. Para ler o estudo na íntegra, clique aqui: http://www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras/estudos/castro123.pdf

domingo, 12 de junho de 2011

GESEL publica estudo sobre Belo Monte

O GESEL/UFRJ concluiu um estudo defendendo a opção brasileira pela UHE de Belo Monte. O documento diz que, comparativamente às demais fontes de energia, a usina é a única hoje que atende aos três critérios centrais para o planejamento da matriz energética: garantir o suprimento com modicidade tarifária e promoção da sustentabilidade ambiental. O estudo compara: enquanto os custos para reduzir os impactos socioambientais de Belo Monte na região foram estimados em R$ 3,3 bilhões, os de uma térmica a gás natural que substituísse a hidrelétrica atingiriam R$ 24,125 bilhões, quase 8 vezes maior. A vantagem do empreendimento do Rio Xingu, diz o estudo assinado pelos economistas Nivalde de Castro, coordenador do GESEL, André Luis da Silva Leite e Guilherme de A. Dantas, se repete quanto à tarifa, à capacidade de geração, ao custo de instalação, à área ocupada e à ausência de emissão de gases poluentes. Para Nivalde, a produção e o consumo de energia vão "necessariamente" provocar impactos ambientais. Mas o objetivo é chegar à otimização dos recursos, uma vez que 70% do aproveitamento hidrelétrico brasileiro estão na região Amazônica. Para ler o estudo na íntegra, clique em http://www.provedor.nuca.ie.ufrj.br/eletrobras/estudos/castro123.pdf. (O Globo, 10/06/2011)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Artigo Gesel: Belo Monte

ASTRO, Nivalde. “Belo Monte, um grande desafio e muitas externalidades na sua construção”. Canal Energia. Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011.

No artigo, Nivalde Castro faz uma análise justificando a construção da UHE de Belo Monte a despeito das criticas internacionais, mostrando como essas desconsideram os pesados investimentos em mitigações dos impactos ambientais e como a construção da mega usina vai de acordo com as prioridades estratégicas brasileiras. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Insights Econômicos, por Pedro Paulo Bramont, Dr.

Todo mundo sabe de que o Brasil precisa para decolar:

alívio e simplificação da carga tributária,

redução dos gastos do governo => redução da taxa de juros => redução dos gastos com juros da dívida pública interna => redução dos gastos do governo

alívio e simplificação na CLT e

melhora na infra-estrutura: portos, estradas e aeroportos,

só para citar os principais.

Mas há vários nós górdios nesse caminho e não vemos nenhuma iniciativa real por parte do executivo nem tão pouco por parte do legislativo.

Continuamos na base do go-stop-go.

E o tempo passando!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Projeto PIB

O Projeto Perspectivas do Investimento no Brasil visa a estudar as tendências dos investimentos nos setores da economia brasileira. Abaixo segue o link para o estudo do setor de Energia


http://www.projetopib.org/index.php?p=documentos